[REVIEW] STRANGER THINGS: TERROR PSICOLÓGICO, SUSPENSE E MUITO MAIS TERROR

[REVIEW] STRANGER THINGS: TERROR PSICOLÓGICO, SUSPENSE E MUITO MAIS TERROR

Três anos depois do lançamento da terceira temporada, enfim chegou o tão aguardado final de Stranger Things. No último fim de semana chegou no catálogo  da Netflix o Volume 1 da quarta temporada, que foi dividida em duas partes.

A primeira parte trouxe 7 episódios com cerca de 1h de duração cada e uma trama muito mais densa e aterrorizante que as anteriores.

Desta vez a história segue um caminho mais descentralizado, com Will, Jonathan, Mike e Argyle inicialmente na Califórnia, rumo a Utah. Joyce, Murry e Hopper em algum lugar na Rússia, Eleven no Arizona e o restante do elenco em Hawkins.

Os Irmão Duffer, diretores da série, apostaram em uma produção mais madura, com dramas mais consistentes e visitas ao passado. 

Diversos pontos construídos desde a primeira temporada, como o próprio mundo invertido, são explicados e contextualizados, direcionando a trama para um fechamento conciso.

A escolha por episódios longos proporcionou uma melhor construção de personagens novos, desenvolvimento de figuras conhecidas pelo público, assim como uma introdução fenomenal do atual vilão.

Aliás, o grande vilão dessa temporada é completamente diferente dos anteriores. Dessa vez vemos uma criatura inteligente e extremamente poderosa, que usa de do terror psicológico para atormentar suas vítimas antes de matá-las.

Stranger Things entregou aos fãs uma mega produção, com mais de 9 horas fluidas e divertidas de duração.

A segunda e última parte da série chega na plataforma em 1° de julho.

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Equipe Folha
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